Orlando Rollo abraça Campanha de prevenção e conscientização sobre o coronavírus (COVID-19).

Alô Nação Santista! Saudações Alvinegras!

Estamos enfrentando uma situação nova para todos nós, Brasileiros e Brasileiras!
Após o surgimento dos primeiros casos do vírus Covid-19 (novo coronavírus), seguindo a orientação das autoridades da nossa cidade, foram adotadas um conjunto de medidas restritivas à circulação de pessoas em todas as cidades da baixada!
Medidas que foram tomadas não apenas pelos Prefeitos da nossa região litorânea, como estendidas pelo Governo Estadual, por todo o Estado de São Paulo.

A medida em que os riscos à população aumentavam, e seguindo orientações da própria (OMS), Organização Mundial de Saúde, o Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, responsável pela pasta no Governo Brasileiro, entendendo da mesma forma, também apoiou que fosse estabelecido um período de quarentena, no qual todos ficassem recolhidos em casa, sá saindo em caso de extrema necessidade, e quando assim fosse, que as pessoas observassem os cuidados básicos para evitar o contágio, tais como luvas e máscaras!

Desde então, o Vice-presidente do Santos Futebol Clube, Orlando Rollo, vem juntamente com o Médico Infectologista Dr Leonardo Weissmann, realizando uma Campanha de prevenção e conscientização sobre o coronavírus (COVID-19).

Orlando Rollo Vice -Presidente do Santos Futebol Clube

Cientes da importância dessa campanha, vários ídolos de todos nós Santistas, e também do futebol Brasileiro e mundial, fizeram questão de abraçar a iniciativa e mandar um recado para todos nós!

Infelizmente: Após tomadas de decisões acertadas, o governo brasileiro ignorando a gravidade da situação, começa a afrouxar as medidas que até aqui vinham mostrando-se corretas!
Muito disso, graças à opinião de alguns ditos Experts em “Epidemias e Pandemias”, que muito contribuiriam se não abrissem a boca para falar tanta merda!

Eu acho uma irresponsabilidade, Médicos que se dizem famosos e experts no assunto,  ficarem gravando vídeos e espalhando nas Redes Sociais que tudo é um exagero e que não passa de uma gripezinha que só mata velhos!
Primeiro que não é verdade!
Segundo que esse tipo de pronunciamento, me soa como se “Velhinhos” não fossem gente, ou estivessem na hora de morrer mesmo!
Esses imbecis não devem ter pai e mãe!
Terceiro: Pela idiotice, de acharem que porque já trabalharam em outras epidemias e pandemias, sabem de tudo!

Será que eu, que não sou Médico, sei que cada um desses vírus é único e tem a sua singularidade?
Tudo que por um acaso, possam ter aprendido na última pandemia, pode não servir de nada para essa!
Se todos os vírus fossem iguais, porque é que a vacina para o H1N1 que tomamos todos os anos, muda há cada ano?

A quarentena é por causa da VELOCIDADE!
A questão da Quarentena (adotada em mais de 160 países), é muito em virtude da velocidade do contágio e por ainda não haver um remédio/cura/vacina.
O que não está sendo bem compreendido até agora é que o problema não é apenas a gravidade da doença em si!
O problema é que o nível de contágio é muito alto, e portanto a exposição demasiada das pessoas ao vírus pode causar um número de contaminações superior à capacidade do sistema de saúde, causando um colapso nesse sistema e consequentemente, aumentando exponencialmente o número de mortes.
A quarentena é por causa da quantidade de leitos, médicos, equipamentos e remédios!
Se não nos isolarmos, teremos o colapso do atendimento, e pessoas terão que morrer em casa!

Se circular livremente, o vírus tem a capacidade de infectar cerca de 80% da população geral em um período muito curto. Das pessoas infectadas, cerca de 20% precisam de hospitalização, 5% dos casos são críticos e precisam de UTI e suporte respiratório, e cerca de metade dos casos críticos vêm a óbito.

No entanto, o súbito aumento de casos ultrapassa a capacidade do sistema de saúde, gerando colapso, e disso resulta um número muito maior de mortes — de covid-19, assim como de outras causas — simplesmente porque não há hospital para tratar todas as pessoas que precisam.
Segundo a previsão, se não houver restrições nos contatos, no mundo inteiro seriam 7 bilhões de pessoas infectadas com covid-19 e 40 milhões de mortes neste ano.

Leiam o importante relato do Doutor Leonardo Weissmann, Médico Infectologista.

Doutor Leonardo Weissmann, Médico infectologista

O número de casos de infecção pelo novo coronavírus está crescendo dia após dia.
 A maior parte das pessoas com o vírus não terão sintomas ou então terão um sintomas mais leves, parecidos com um resfriado ou uma gripe. Porém, há indivíduos que podem ter dificuldades para respirar, muitas dessas precisando de internação em unidades de terapia intensiva, podendo até morrer.

Cada um de nós, pode lavar frequentemente as mãos, cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, manter ambientes bem ventilados, não compartilhar objetos de uso pessoal, ou seja, medidas que estávamos falando bastante nas últimas semanas.  Mas, só isso não está dando resultado. É preciso mais!

Por enquanto, não temos um medicamento nem uma vacina para tratar ou proteger contra este novo coronavírus.
Ele é transmitido de pessoa para pessoa, pela fala, tosse ou espirro, pelo contato com objetos contaminados, pelo contato próximo.
Alguns grupos tem uma possibilidade de ficar com as formas mais graves da doença, que são os idosos e as pessoas que já tenham alguma doença (coração, pulmão, diabetes, câncer). Porém, todos os indivíduos, de qualquer idade, podem ficar doentes pelo vírus e passar para outras.

 É uma situação desagradável, mas precisamos nos afastar das outras pessoas neste momento.
Somente assim, conseguiremos controlar que o vírus continue se espalhando.
Precisamos nos unir!
É hora de cada um se cuidar e FICAR EM CASA.
Faça isso por todos, mas principalmente por você!

Vamos honrar que até agora está arriscando a própria vida por nós

Deixo aqui o meu agradecimento especial ao Doutor Leonardo Weissmann, Médico infectologista no Instituto de Infectologia “Emílio Ribas”, que contribuiu com toda a sua experiência, para nos passar valiosas informações!

Foto: ANSA / Ansa – Brasil

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