Santos tropeça em casa e fica no empate com o Coritiba pela estreia na Copa do Brasil 2026
Alô Nação Santista! Saudações Alvinegras!
O empate sem gols entre Santos Futebol Clube e Coritiba Foot Ball Club, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil 2026, deixou um sentimento claro entre torcida, imprensa e analistas: o Peixe teve o controle territorial da partida, mas voltou a evidenciar limitações estruturais que explicam por que o time não conseguiu transformar o favoritismo em vitória.
O empate em 0 a 0, manteve a decisão aberta para o jogo da volta, mas escancarou questões técnicas, táticas e emocionais que vêm acompanhando o Santos ao longo da temporada.
O confronto entre Santos e Coritiba pode ser descrito como um jogo de baixa intensidade ofensiva.
O Santos teve maior posse e iniciativa, porém encontrou extrema dificuldade para transformar volume em chances claras.
A atuação foi descrita como “apática” pela imprensa esportiva, refletindo um time previsível e pouco agressivo no último terço do campo.
Apesar de jogar em casa e empurrado pela torcida, o Peixe apresentou circulação lenta da bola, permitindo ao Coritiba recompor linhas defensivas sem grandes sustos.
O cenário ficou ainda mais evidente quando o gol santista, marcado no início, acabou anulado por impedimento, retirando o impacto emocional que poderia mudar a dinâmica da partida.
O empate mantém a disputa totalmente em aberto, mas exige que o Santos melhore sua criatividade e agressividade ofensiva para avançar na Copa do Brasil. Além de ajustes táticos, o time precisa resgatar sua confiança e identidade.
O confronto na Vila Belmiro deixou claro o maior desafio atual: transformar a posse de bola em vitórias efetivas.
Para esse confronto o técnico Cuca, mandou o 11 Santista a campo com a seguinte formação: Diogenes; Igor Vinícius, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Escobar; Arão (Miguelito), Gustavo Henrique (Oliva), Gabriel Bontempo (Zé Rafael) e Neymar; Barreal (Moisés) e Gabriel Barbosa (Thaciano) Técnico: Cuca
Próximo Compromisso do Peixe
- E.c. Bahia x Santos (13ª Rodada do Brasileirão-2026)
- Data e horário: 25/04 (Sábado), às 18h30 (de Brasília)
- Local: Estádio Fonte Nova – Salvador (BA)
PITACOS DO BERTOLDI
O grande retrato do jogo foi simples: o Santos atacou mais, mas como tem acontecido ultimamente, finalizou mal.
Mesmo criando algumas oportunidades, incluindo uma bola na trave em cobrança de falta, a equipe mostrou pouca objetividade nas decisões finais.
A baixa efetividade ofensiva não foi casual. O time já vinha oscilando nas últimas partidas, com desempenho irregular e dificuldades para transformar superioridade territorial em gols, algo que já aparecia nos jogos anteriores da temporada.
Na prática, o Santos teve:
- Posse sem profundidade;
- Excesso de passes laterais;
- Pouca infiltração entre linhas;
- Escassez de finalizações limpas.
- Noite discreta das principais referências técnicas
Outro fator decisivo foi o rendimento abaixo do esperado das principais peças criativas do elenco.
O camisa 10 santista teve participação limitada e pouca objetividade, sendo neutralizado pela marcação adversária e aparecendo menos do que o esperado em momentos decisivos.
Sem protagonismo individual, o Santos perdeu capacidade de desequilíbrio, elemento fundamental em jogos de mata-mata.
Quando o talento individual não resolve, a estrutura coletiva precisa funcionar com precisão. E isso não aconteceu.
Acompanhe a Coletiva do técnico Alexis Stival – Cuca
(Crédito: Imagem: Raul Baretta/Santos FC)
(Crédito: Imagem: SantosTV/Divulgação/Santos FC)
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